06 julho 2006

by Nuno Miguel Castro


A crítica positiva do pensamento zigótico nada tem a ver com o som mono. Que de poético tem pouco diga-se. Ora, se à escala doméstica o propulsor linguístico habita na orla marítima e até consegue abanar palmeiras com certeza que as gaivotas não fazem ideia do que dizem! É óbvio!
Claramente um indivíduo baixo atrasa o S em relação ao T como um alto sabe que graxa é diferente de trincha! Ora se um cantor de cor escura decide ser branco, será justo um autocolante vermelho querer ser azul! E isto é só um exemplo, pois há muitas outras raças de autocolantes.


texto recebido por e-mail num dia de trabalho para ambos (remetente e destinatário)
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sem resposta da parte do destinatário...
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novo e-mail enviado:


Estou a ver que não fui claro em relação à minha perspectiva secundária do proletariado da cana do açucar! (What the fuck?) Se uma rapariga atinadinha vai a descer a rua é porque o ananás estava fora do prazo! Salvo em dias que cortou as unhas e se sente em empatia com as camisolas às riscas das pessoas que só andam do lado esquerdo da rua!

Remetente: Nuno Miguel Castro
Destinatário: Eu
Workplace: *CONF#Vodafone


Nuno... n comento... n acrescento... n te digo... mas és inteligente! That's why I like you!:)

2 comentários:

Luis Olival disse...

essa perspectiva é demasiado militarizada :D

Squeezy disse...

hmmmm achou que vou ter de meditar mais aprofundadamente sobre o assunto.